Na EDIÇÃO N°21 você encontra:

 
Revista 18

MÉTRICAS ATRAVÉS DE AUTO-AVALIAÇÃO DA GESTÃO DE SEGURANÇA
Anchises M. de Paula

A simples criação de normas ou implantação ferramentas de segurança não é suficiente para minimizar os riscos de incidentes de segurança (ataques, vazamento de informação, infestação por vírus, etc), mas sim a adoção de um completo processo de gestão da segurança. Isto inclui a definição de responsabilidades, a gerência de ferramentas, gestão de processos, uso de relatórios e adoção de uma política de segurança que sirva de base à esta estrutura e onde estão determinadas as principais diretrizes a ser cumpridas.

Os padrões para a gestão de segurança da informação devem considerar as normas, processos e características técnicas e não técnicas da segurança dos sistemas, seu manuseio e suas proteções.
Fornecem recomendações, critérios de avaliação e permitem definir métricas para avaliação da existência e eficácia dos controles e processos de segurança.

São vários os exemplos de modelos de gestão que tem sido cada vez mais procurados pelas organizações preocupadas em buscar eficiência na gestão de seus processos internos. .....


DERRUBE OS OBSTÁCULOS E CONQUISTE CONTROLE DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO EM SUA ORGANIZAÇÃO

Cristiane Pereira

Antigos paradigmas podem impedir que sua organização implante sistemas de medição e progridam na busca da segurança da informação adequada. Vejam as seguintes afirmativas e as formas de agir em relação a elas:

1 - MEDIÇÕES AMEAÇAM
2 - MEDIÇÕES ÚTEIS SÃO PRECISAS
3 - BASTA UM INDICADOR
4 - ÊNFASE NA PRODUTIVIDADE DA MÃO-DE-OBRA
5 - MEDIDAS OBJETIVAS SÃO AS ÚNICAS CONFIÁVEIS
6 - PADRÃO É O LIMITE


A RESPONSABILIDADE CIVIL DOS PROFISSIONAIS DA INFORMAÇÃO

Roberto Leibholz Costa

Um panorama geral da responsabilidade civil dos CSO (Chief Security Officers), CIO (Chief Information Officers) diretores, gerentes e demais profissionais da área de segurança e TI.
Os novos tempos, projetam a informação como principal e mais valioso bem das empresas.
Em todos segmentos de mercado, podemos afirmar, que quem detém a informação e dela utiliza-se com inteligência, obtém destaque e sucesso.
Junto esta valorização da informação temos a valorização do profissional que cuida dela. Seja quem a estrutura (profissionais de TI) seja quem a protege (profissionais de segurança) ganharam mais importância dentro das organizações.
Não é a toa, que os CIOs e CSOs hoje, figuram em grau de importância ao lado dos demais executivos e por vezes acima deles. .......


PASSOS PARA A ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS E SEUS PRINCIPAIS CONCEITOS

Cristiane Pereira

O primeiro nome que nos vem a cabeça quando nos referimos a procedimentos de prevenção e recuperação de desastres é “Plano de Contingência”.
Nos Estados Unidos até o ano de 1997 o termo tradicionalmente utilizado era recovery plan, ou seja, “plano de recuperação”. Em 1997 o Disaster Recovery Institute Internacional (DRI), optou pelo nome Business Continuity Plan e assim passou a atribuir aos profissionais por ela certificados o título de Certified Business Continuity Professional, encerrando o ciclo do Recovery Professional.
Uma das explicações dadas para esta mudança foi a maior aceitação do termo “continuidade” uma vez que o termo “recuperação” deixa subentendido que houve uma paralisação, e que por isto é necessário a recuperação.
A ISO/IEC 1 7799: Código de Prática para a Gestão da Segurança da Informação adotou o termo “Gestão da Continuidade do Negócio”, entendendo ser a mais abrangente e adequada para os dias atuais. E tem por objetivo não permitir a interrupção das atividades do negócio e proteger os processos críticos contra efeitos de falhas ou desastres significativos.

A prevenção é a melhor forma de se superar uma ameaça de desastre e o melhor desastre é aquele que não houve ou foi evitado.


UTILIZANDO ROTEADORES PARA SEGURANÇA DE REDES - PARTE 1

Rodrigo Rubira Branco

Com a crescente demanda por segurança de redes na atualidade, muitas vezes nos deparamos com a desvalorização de equipamentos fundamentais para o processo de segurança como um todo.

Um dos principais exemplos são os roteadores, que muitas vezes são esquecidos em testes de intrusão e implementações de Firewalls e Filtros de Pacotes.
O roteador possui um sistema operacional completo, com diversas funcionalidades existentes em outros sistemas servidores tais como Linux, FreeBSD e até mesmo Windows.
Com isto, estão sujeitos a invasões e ataques, bem como podem ser um item a mais em nossa segurança......


TERMINOLOGIA DE WIRELESS E CELULARES

Equipe Security

Não podemos desprezar as indicações de que a comunicação, muito em breve, deverá estar toda ela migrada para conexões wireless, e com o uso de celulares. Apesar dos problemas hoje encontrados em ambas, a velocidade com que eles são resolvidos e disponibilizados para a população é enorme, como tudo em nossa área.
Como toda nova tecnologia que se preze, novos jargões são criados e passam a fazer parte de nosso dia-a-dia.
No intuito de disseminar esses novos termos, pois recebemos inúmeros emails questionando sobre eles, segue abaixo uma descrição dos 25 termos mais usados na área de wireless e de telefonia móvel.


VIVENDO E APRENDENDO

Fernando Saldanha

Analisando uma organização bem conhecida, observamos os seguintes procedimentos relacionados com a segurança.
1. O centro de processamento é protegido por paredes sólidas, mais espessas e resistentes do que aquelas utilizadas pelos demais órgãos (sala-cofre).
Seus principais recursos de comunicação com os demais órgãos também estão protegidos de forma diferenciada.
2. Órgãos vitais que não estejam debaixo de proteção sólida devem ser replicados
(redundância ou contingência).
3. Quando da iminência de um ataque, reforços são enviados para o local de ataque. Se um agente estranho a esta organização nela penetrar, o mesmo deve ser localizado e caso seja lesivo, tenta-se a neutralização do mesmo (resposta a incidentes).
4. Ao ser submetida a ataques sucessivos ela reduz o seu nível de produção para se concentrar em sua defesa. ..........


ERROS HUMANOS –QUAIS OS MAIS COMUNS?

Equipe Security

Nos dias de hoje, as organizações se deparam com massivas tentativas de invasão todos dias em sua rede. Com ou sem sucesso, elas ainda significam uma ameaça sólida na funcionalidade e continuidade dos processos que pertencem ao cotidiano
da organização.
A grande maioria dessas instituições tende a pensar que qualquer implementação futura em segurança poderia significar muito esforço e recursos, além de sacrificar seu orçamento. Por outro lado, a constante cobertura por parte da mídia relatando várias invasões em grandes empresas acaba por coloca-las sob pressão.
Apesar das últimas implementações tecnológicas, ainda somos nós que interagimos e configuramos os ditos programas/dispositivos; são nossos colaboradores, os que sem conhecimento contribuem para a disseminação de códigos nocivos, e expõem informações classificadas e importantes sobre o negócio da corporação a qual trabalham.


O QUE PODEMOS FAZER PARA NOS PROTEGERMOS DA ENGENHARIA SOCIAL?

Equipe Security

A tecnologia nos circunda em tudo que está presente em nossas vidas. Principalmente a Internet, que desde a compra nos supermercados, pizza em casa no sábado a noite, pagamentos de contas, encomendas em geral, enfim, tudo o mais que se possa imaginar nos faculta a não saída de casa/escritório para realizarmos essas tarefas. Tudo existe na grande rede.
E na verdade ela abriu uma nova porta de nossas corporações e/ou casas.
Esta porta é especial, pois quem a atravessa pode ou não ser visto!
Nossos pertences são retirados de nossa empresa/domicilio sem que saibamos! Que loucura, não?
Muita coisa foi deixada para trás. Lembra-se do entregador de leite? Ah, da caderneta da pequena mercearia do bairro? Da carroça que fazia entregas aos motoboys...
Entretanto, uma técnica, existente desde que o homem foi considerado ser pensante ainda se encontra viva.
Sabe qual é? É a da malandragem! O que mudou? Só as ferramentas, mas as características e a intenção são as mesmas.
A tecnologia proporcionou a eles, malandros, a capacidade de se utilizar a porta invisível para se infiltrar dentro das empresas, roubar as informações privilegiadas, e as entregar à concorrência, ou mesmo a outrem que veja nelas algum ganho.


CONSULTORES AUTÔNOMOS

Este espaço é seu e GRATUITO! Você que é um consultor independente em informática e trabalha como autônomo ou tem uma pequena empresa, envie-nos seus dados para que possamos colocá-lo aqui para oferecer seus serviços, desde que sua empresa não tenha mais de 2 funcionários.

 


SECURITY MAGAZINE

Alameda Araguaia, 933 cj. 53 - Alphaville

Barueri - São Paulo - Brasil - CEP 06455-000

info@securitymagazine.com.br

 

Security Magazine - © Copyright 1999/2004